O Segredo de Fátima Já Advertia Contra o Vaticano II e a Missa Nova
Uma Entrevista Exclusiva
com o Padre Paul Kramer para o Cruzada de Fátima, em maio de 2009.
Pergunta: “O
sr. vê uma conexão entre o Terceiro Segredo de Fátima e a introdução da Missa
Nova?”
Pe. Kramer:
“A irmã Lúcia de Fátima disse que se aconteceria uma desorientação diabólica na
Igreja. E não há nada que poderia ter feito mais, para realizar isso, do que a
reforma litúrgica, que exaltou como sagrados, princípios estranhos dentro de
uma liturgia aparentemente Católica. De fato, há algo mais importante que a
questão da desorientação diabólica. Estou me referindo à parte do Terceiro
Segredo de Fátima que não foi revelada ainda. Eu sei que isto é um fato, porque
pessoalmente conversei com um teólogo alemão, Reitor de seminário, e que
é um amigo de longa data do Papa Bento.
Quando Bento XVI era ainda
Cardeal Ratzinger, por volta de 1990 ele revelou, para esse seu amigo, que no
Terceiro Segredo de Fátima, Nossa Senhora previne para não se mudar a liturgia:
literalmente, para não misturar elementos estranhos dentro da liturgia
Católica. Assim sendo, claro, com a Missa Nova de Paulo VI, foi exatamente o
que foi feito. Elementos do Protestantismo, ambos em simbolismo e nas palavras da
liturgia, foram trazidos para dentro e misturados na estrutura Católica, a
ponto de os criadores do novo Rito claramente declararem, que aquilo não era o
Rito Romano, mas uma nova criação.”
“Nossa Senhora também alertou que
haveria um Concílio diabólico na Igreja que causaria um grande escândalo. E
claro, foram os documentos do Vaticano II – A Constituição da Liturgia – que
deu impulso ao Papa Paulo VI para reformar a liturgia de uma tal maneira
desastrosa, que causou uma tal perda da fé e confusão na Igreja.”
Assim sendo, depois que isso aconteceu, o
teólogo alemão a que estou me referindo, voltou para um país da América do Sul
onde foi Reitor de um seminário, onde contou, para um jovem padre o que o
Cardeal Ratzinger lhe tinha relatado. E precisamente quando ele relatou que
Nossa Senhora alertou contra as mudanças na Missa e que haveria um Concílio
diabólico na Igreja, os dois viram um afloramento de fumaça vindo do piso.
Porém, era um chão de mármore. Isto não poderia ser de modo algum um fenômeno
natural. Ambos, o jovem padre e o velho Reitor alemão, ficaram tão
impressionados que escreveram um dossiê, e o enviaram para o Cardeal
Ratzinger.”
“…o velho padre alemão, amigo de longa data
de Ratzinger, tomou nota do fato de que quando a visão do Terceiro Segredo foi
publicada ela não continha aquelas coisas, aqueles elementos do Terceiro
Segredo que o Cardeal Ratzinger tinha revelado a ele, quase 10 anos antes. O
padre alemão, – Padre Dollinger – contou-me que esta questão estava queimando
na sua mente, no dia que ele concelebrou com o Cardeal Ratzinger. Padre
Dollinger me disse: “Eu enfrentei o Cardeal Ratzinger face a face”. E claro que
perguntou para o Cardeal Ratzinger, “como isso pode ser todo o Terceiro
Segredo? Lembra-se do que Vossa Eminência me contou antes?”
“O Cardeal Ratzinger foi posto na parede.
Ele não sabia o que dizer, tanto que murmurou para seu amigo alemão, “Wirklich,
gebt das der etwas”, que quer dizer: “Realmente, havia mais alguma coisa aí”,
significando que há mais alguma coisa no Terceiro Segredo. O Cardeal declarou
isso claramente.”
Pergunta:
“Essa é uma história incrível. Padre Dollinger é uma testemunha confiável?”
Padre Kramer:
“E digo-lhe mais: Nós estávamos falando de um padre mais velho, um amigo pessoal
de longa data do Papa Bento, um homem que por muito tempo foi familiarizado com
São Pio de Piertrelcina [Padre Pio]. De fato, ele me disse que tinha ido se
confessar com Padre Pio 58 vezes. Ele é um homem que, por muitos anos, foi
Reitor de um seminário na America do Sul; um homem que é altamente estimado,
que é de grande reputação na Igreja. Eu também ressaltaria que, na diocese onde
ele trabalhou, o que eu disse a respeito do Terceiro Segredo de Fátima, e que o
Cardeal Ratzinger revelou a ele, era de conhecimento comum entre os padres mais
jovens, e os que eram seminaristas e diáconos, no tempo que este homem era o
Reitor. Todos eles sabiam da história que o Cardeal Ratzinger tinha contado a
ele.
“Como mencionei, juntos eles haviam feito
juntos um dossiê, e o enviaram ao Cardeal Ratzinger. Então, ele é um homem de
grande credibilidade, pessoa meritória; um homem de grande seriedade que não é
dado a criar histórias fabulosas, ou exagerar sua própria importância. Um homem
que não tem nenhuma necessidade de tais coisas; ele é um homem da mais alta
credibilidade”.
Fonte:
Fim dos Tempos.Net
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